Saturday, June 30, 2012

Breves considerações sobre a "recomendação" da ONU de acabar com a Polícia Militar no Brasil


A ONU (Organização das Nações Unidas), órgão avançado do mamonismo internacional, da usurocracia apátrida e supraestatal, da Internacional Dourada de que são escravos, em maior ou menor grau, todos os povos da Terra, por meio de seu Conselho de Direitos Humanos, “recomendou” nada menos que o fim da Polícia Militar no Brasil. Deixando claro que os “Direitos Humanos” da ideologia moderna promovida pela ONU nada têm que ver com os legítimos Direitos Naturais da Pessoa Humana do Jusnaturalismo Tradicional, ou Clássico, por nós professado, não encontrando sequer fundamento no Direito, como, aliás, bem o demonstrou o jusfilósofo francês Michel Villey na já clássica obra O direito e os direitos humanos [1], e ressaltando também que não apoiamos quaisquer atos ilegais por ventura praticados pela Polícia Militar de qualquer província brasileira, salientamos que o Conselho de Direitos Humanos da ONU está se intrometendo em assunto que não é de sua alçada, sendo tal recomendação um verdadeiro ultraje à soberania e ao pundonor nacional, que deveria ter sido respondido com brio e altivez pelo Governo. E nos perguntamos o motivo de o Conselho de Direitos Humanos da ONU, assim como as inúmeras ONGs de defesa dos “Direitos Humanos” que atuam no Brasil, se preocuparem apenas com os “Direitos Humanos” dos bandidos e jamais com aqueles dos inúmeros trabalhadores honestos, pessoas de bem, policiais e cidadãos em geral, que morrem aos milhares, todos os anos, vítimas desses criminosos, a exemplo dos nove homens da Polícia Militar de São Paulo covardemente assassinados, nos últimos dias, na Capital Paulista, pelos terroristas do PCC (Primeiro Comando da Capital)...

Isto posto, consignamos nosso integral apoio à Polícia Militar, sem a qual o nosso Brasil, que já vive, desde o início da chamada redemocratização, uma escalada sem precedentes da violência, seria um País ainda muito mais violento, e, em nome da soberania e da honra nacional, manifestamos o nosso total repúdio não apenas à “recomendação” do Conselho de Direitos Humanos da ONU, como também a esta organização, que, como dissemos há pouco, não passa de um órgão avançado do mamonismo internacional, da tirânica usurocracia sem pátria, da Internacional Dourada que estende seus tentáculos, em maior ou menor medida, a todas as nações do Mundo, cuja Tradição e Identidade quer destruir.



Victor Emanuel Vilela Barbuy,

Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.

São Paulo, 22 de junho de 2012-LXXIX.





[1] VILLEY, Michel. O direito e os direitos humanos. Trad. de Maria Ermantina de Almeida Prado Galvão São Paulo: Martins Fontes, 2007.

Thursday, June 14, 2012

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini - In memoriam

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini


Faleceu ontem (13 de junho de 2012), dia de Santo Antônio de Lisboa, de Coimbra, de Pádua e do Mundo inteiro, vítima de embolia pulmonar, no Hospital Stella Maris, em Guarulhos, o Bispo Emérito daquela Diocese, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, que foi sepultado hoje à tarde, na Catedral de Nossa Senhora da Conceição de Guarulhos.

Nascido no município paulista de São João da Boa Vista a 20 de maio de 1936, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini foi ordenado sacerdote em 29 de junho de 1959 e apontado Bispo de Guarulhos aos 04 de dezembro de 1991, permanecendo em tal cargo até o dia 23 de novembro de 2011, quando foi sucedido por Dom Joaquim Justino Carreira.

Como todos bem sabem, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini se notabilizou pela luta em defesa da vida humana e contra a chamada “cultura da morte”, assim como por haver denunciado o autoproclamado Partido dos Trabalhadores (PT) como agremiação política que sempre pugnou pela descriminalização do aborto, sendo, com efeito, graças a tal denúncia, depois endossada pelo Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e por diversos bispos de diferentes regiões do País, que tivemos o segundo turno nas últimas eleições presidenciais e que a Presidente Dilma Rousseff, que sempre foi abortista, se comprometeu a não descriminalizar o aborto. Ainda em função de tal campanha, foi Dom Bergonzini eleito, pela revista Época, um dos cem brasileiros mais influentes em 2010, e a Igreja Católica Apostólica Romana foi considerada, no último trimestre daquele ano, a segunda instituição em que o povo brasileiro mais confia depois das Forças Armadas segundo o ICJBrasil (Índice de Confiança na Justiça), produzido pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.

Oremos pela alma de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, o “Leão de Guarulhos”, destemido servo de Deus que tanto lutou em defesa do Evangelho e dos Direitos Naturais da Pessoa Humana, sobretudo o mais fundamental deles, que é, como bem sabemos, o Direito à Vida. Que a alma deste bravo legionário de Deus descanse em paz pela misericórdia divina e que o Altíssimo suscite, em nosso Brasil, homens de sua têmpera, religiosos ou não.



Por Cristo e pela Nação!

Victor Emanuel Vilela Barbuy, Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo, 14 de junho de 2012-LXXIX.

Saturday, June 09, 2012

Cientistas negam aquecimento global antropogênico

Há alguns dias, um grupo de proeminentes cientistas brasileiros das mais importantes universidades e institutos do País, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA,) a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade de Brasília (UNB) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), estando entre eles o renomado físico, meteorologista e hidrólogo Luiz Carlos Baldicero Molion, Pesquisador Sênior do INPE e Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), enviou uma carta aberta à Presidente Dilma Rousseff, apresentando uma série de argumentos que desmentem a nefasta farsa do aquecimento global antropogênico, isto é, provocado pela ação humana. Sob o título “Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso”, tal carta demonstra, antes e acima de tudo, o caráter ideológico do mito do aquecimento global antropogênico, o qual compara ao lysenkoísmo que tanto prejudicou a ciência soviética, e proclama que “o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso”. A Frente Integralista Brasileira subscreve a referida carta, que ora transcreve em seu Portal Nacional, e apoia a difusão de seu conteúdo, sublinhando que a falácia do aquecimento global antropogênico é apenas uma das muitas falácias que as forças do mamonismo internacional manejam para manter os países escravizados e, sobretudo, para deter a marcha das nações proletárias rumo ao desenvolvimento, nesta época em que, como diz a supracitada carta, nós outros detemos “um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual”, o que possibilita a universalização, de “forma inteiramente sustentável”, dos “níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados”.

Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo, 09 de junho de 2012-LXXIX.

Abaixo segue o texto, na íntegra:
Carta aberta à presidente Dilma Rousseff
Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso.
Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil
Excelentíssima Senhora Presidente:
Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento - do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.
Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.
1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:
A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico - anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.
Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático - e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.
A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária.
Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.
O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.
Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.
Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.
Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.
Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos - equivalente a 4 m por século.
Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com
muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.
Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.
2) A hipótese "antropogênica" é um desserviço à ciência:
A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.
A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência "burguesa e antirrevolucionária".
O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do"lysenkoísmo", que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.
Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.
Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios "a fio d'água",impostos pelas restrições ambientais).
A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação "política" do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).
3) O alarmismo climático é contraproducente:
O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.
No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.
Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas. Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta.
Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.
No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.
4) A "descarbonização" da economia é desnecessária e economicamente deletéria:
Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da"descarbonização" da economia, ou "economia de baixo carbono", se torna desnecessária e contraproducente - sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.
O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar - ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.
Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.
5) É preciso uma guinada para o futuro:
Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar - de uma forma inteiramente sustentável - os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.
Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.
A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.
Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo, 09 de junho de 2012-LXXIX.